Repórter por um dia /Fantastico / 2001

 

Escrito por paulo_ricardo às 02h25
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 Escrito em:7/7/2008

 

 

Escrito por paulo_ricardo às 02h09
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Por Karina Torres

Com seu Olhar 43, ele foi considerado sexy e rebelde. Hoje, o ex-vocalista do RPM está mais família do que nunca. Paulo Ricardo fez ioga, estudou budismo e cabala. Agora, faz análise. Trocou os exercícios na praia do Leblon, Rio de Janeiro, onde vivia, pela rotina de uma academia paulistana. E o jeans rasgado deu lugar ao terno nas festas. ''Rebeldia não combina mais comigo, já tenho 46 anos!'', explica o cantor e compositor, que prepara novo CD com canções de Vinícius e cita a consultora de moda Costanza Pascolato: ''Elegância é adequação''.

Em 2003, menos de um ano após o início do namoro com a arquiteta e socialite Raquel Silveira, 49, disse ''sim'' em uma cerimônia tradicional, na Igreja São José, na capital paulista. ''Estávamos apaixonados e percebemos que, apesar de ser o terceiro casamento de cada um, nunca tínhamos casado na igreja. Isso, na nossa idade, me pareceu bem romântico. E foi'', revela.

Morando em casas separadas, mas na mesma rua, o casal não dispensa o jantar às quintas-feiras com os filhos. São três dela: Luiza, 23, Rodolfo, 20, e Antonio, 11, e uma dele, Paola, 21.

Avô?
E Paulo Ricardo derrete-se todo ao falar da filha, que é baixista e apresenta ao pai roqueiro as novas bandas e tendências musicais. ''Paola, mesmo sendo musicista, é tímida, discreta, supersaudável - detesta cigarro. Você constrói sua personalidade em oposição aos seus pais'', explica ele, comparando a sua juventude com a vida da filha, que teve no primeiro casamento, com a produtora Moira Lynch, 43. ''Paola veio do Rio para morar comigo e trouxe um casal de gatos'', conta. ''Já me sinto 'meio' avô'', diverte-se.

Quanto a temas como namoro, sexo e ciúmes, Paulo Ricardo diz não ter esse tipo de preocupação. ''Eu sou zeloso, mas não ciumento'', garante ele. ''Somos amigos, falamos de tudo e ela me vê como um pai garotão. Se fosse menino, falaríamos também de sexo. Mas ela deve ficar mais à vontade com a mãe'', afirma. Careta? Não, é apenas um Paulo Ricardo 'adequado', como ele mesmo diz.

Conteúdo publicado na edição 1730

 

FONTE: http://contigo.abril.com.br/reportagem/paulo-ricardo-rebeldia-nunca-mais-401019.shtml

Escrito por paulo_ricardo às 01h53
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Luau do Iate com Paulo Ricardo

Data: 14/08/2009 | Horário: 22h | Local: Iate Clube de Brasília Endereço: SCEN Trecho 2 conj. 4, Orla.

O Iate Clube de Brasília está preparando uma super estrutura para receber o cantor Paulo Ricardo e sua banda PR5 na edição 2009 do Luau do Iate. O evento será realizado no dia 14 de agosto (sexta-feira), às 22h, na Orla do clube.

Na única apresentação que fará na cidade, Paulo Ricardo, um dos maiores ícones do rock nacional dos anos 80, promete recordar os inesquecíveis sucessos dos tempos de RPM, além de apresentar suas novas canções. O VJ Walmar também animará a festa, exibindo vídeos clássicos dos anos 70, 80 e 90. Além da boa música, o Luau do Iate terá, ainda, mesa de frutas (grátis), coquetéis exóticos, petiscos variados, camarão empanado, crepes e comida baiana.

Há um ano sem se apresentar em Brasília, cidade na qual morou por alguns anos da sua adolescência, Paulo Ricardo e a banda PR5, formada por Paulinho Pessoa (violão e guitarra), João Marques (guitarra), Ney Hadad (baixo) e Paulo Pagni (bateria), agitarão uma das orlas mais bonitas da capital em um show que, certamente, ficará marcado.

Informaçőes
Telefone: (61) 3329-8700


Serviço
Preço:
Sócio do Iate: convite individual: R$ 35,00 e lugar à mesa: R$ 45,00
Não sócio: individual: R$ 45,00 e lugar à mesa: R$ 55,00.
Obs: Os valores citados são para a meia-entrada.
FONTE: http://cerradomix.maiscomunidade.com/evento/festas/774/LUAU-DO-IATE-COM-PAULO-RICARDO.pnhtml
Escrito por paulo_ricardo às 01h52
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14/08/2009
Cantor Paulo Ricardo faz show no Iate Clube


Irlam Rocha Lima

Paulo Ricardo recorda-se de Brasília no auge do sucesso do RPM, quando superlotou o Ginásio Nilson Nelson e o Circus Show, ao lado do ParkShopping. Mas ele lembra-se também do período da adolescência, entre 1974 e 1977, “quando morei na 209 Sul com a família e frequentava muito o Iate”.

É no Lual do Iate que o cantor e compositor faz show nesta sexta-feira (14/8), às 22h, com a PR5, banda formada por Paulinho Pessoa (violão e guitarra), João Marques (guitarra), Ney Hadad (baixo) e Paulo Pagni (bateria). “O show é basicamente o que venho fazendo em turnê pelo país, com uma luz bacana, com direito ao resgate do raio laser, novidade nos shows do RPM na década de 1980”, anuncia.

O roteiro é dividido em blocos, nos quais o cantor passa os 25 anos de carreira. “Na abertura, canto Vida real, tema do Big Brother Brasil, interpreto músicas do repertório dos meus discos solo; faço London London (Caetano Veloso), Imagine (John Lennon), Beautiful girl (INXS), Your song (Elton John) e Tonight is the night (Rod Stewart)”, adianta.

No set final, traz de volta os grandes hits do RPM, que provocavam histeria nos fãs: Revoluções por minuto, Olhar 43 e Louras geladas. “Vou, também, homenagear Renato Russo e Cazuza com versões para Tempo perdido e Exagerado.” Ingressos: R$ 35 (individual) e R$ 45 (lugar à mesa) para sócio do Iate; R$ 45 (individual) e R$ 55 (lugar à mesa) para não sócio — valores de meia-entrada. Não recomendado para menores de 14 anos. Informações: 3329-8770.

FONTE: http://divirta-se.correioweb.com.br/materias.htm?materia=8074&secao=Programe-se&data=20090814

Escrito por paulo_ricardo às 01h48
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PAULO RICARDO VAI AO SHOW DE DANIELA MERCURY

CONFORME NOTA DO SITE: http://contigo.abril.com.br/hotsites/daniela-mercury-canibalia/2009/

Escrito por paulo_ricardo às 20h24
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Escrito por paulo_ricardo às 14h35
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NOTA ANTIGA! E COM ISSO MONTAMOS UMA ENQUETE: 

Cantor Paulo Ricardo, ex-RPM, vira candidato a deputado federal

12/07/2006 - 14:15Da redação por: Cifra Club

Paulo Ricardo vira candidato a deputado

 

O cantor Paulo Ricardo, ex-líder do "furacão" brasileiro RPM, se filiou ao PFL para tentar iniciar sua carreira na política. Ele tentará uma vaga como deputado federal nas eleições deste ano e deve contar com o impacto que sua banda teve sobre o país, há 20 anos, para conseguir votos.

Paulo Ricardo vai se candidatar no Estado do Rio de Janeiro. Seu último trabalho como músico é Acoustic Live, disco de covers que buscava ressucitar a carreira do antigo astro do RPM, que já havia ressucitado a fama uma vez.

RESPONDA VOCÊ VOTARIA NO PAULO RICARDO CASO ELE SE ELEGE-SE.? ENQUETE AO LADO POR FAVOARICIPEM!

ASS: EQUIPE PAULO RICARDO PARA SEMPRE

FONTE: http://www.cifraclubnews.com.br/noticias/4561-cantor-paulo-ricardo-ex-rpm-vira-candidato-deputado-federal.html

Escrito por paulo_ricardo às 14h11
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Escrito por paulo_ricardo às 10h45
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TOM JAZZ - PARTICIPAÇÃO ESPECIAL

Boa Tarde pessoal, td bem? Passando p/ avisá-los que Paulo Ricardo estará de
volta ao Tom Jazz no próximo dia 13 em uma super participação no show da
Mariza Orth. Para maiores informações acesse
www.tomjazz.com.br. Esperamos
vcs lá.
Abs a todos.
Nádia

Escrito por paulo_ricardo às 14h06
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AGENDA ATUALIZADA

AGOSTO/2009

14.08.2009 - Show Paulo Ricardo e PR5 - Brasilia/ DF
O show será no Iate Clube, Brasilia/ DF, as 23:00

15.08.2009 - Arantina/ MG
Parque de exposições
23h00

29.08.2009 - Conceição do Rio Verde/ MG
Parque de exposições
23h30

SETEMBRO/2009

04.09.2009 - Manaus/ AM
23h30

05.09.2009 - Manaus/ AM
23h00

20.09.2009 - Manicoré/ AM
Parque de exposições
23h30

FONTE: PAULORICARDO.COM

Escrito por paulo_ricardo às 13h32
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London, London (RPM)

Composição: Caetano Veloso

I'm wandering round and round, nowhere to go
I'm lonely in London, London, is lovely so
I cross the streets without fear, everybody keeps the way clear
I know I know no one here to say hello
I know they keep the way clear, i am lonely in London without fear
I'm wandering round and round here, nowhere to go

While my eyes, go looking for flying saucers in the sky
But my eyes, go looking for flying saucers in the sky

Oh, Sunday, Monday, Autumn pass by me
And people hurry on so peacefully
A group approach the policeman, he seems so pleased to please them
It's good to live at least, and I agree
He seemed so pleased at least and it's so good to live in peace
And Sunday, Monday, years and I agree

Refrão1

I choose no face to look at, choose no way
I've just happen to be here and it's ok

Green grass, blue eyes, gray sky, God bless, silent, pain and happiness
I came around to say yes, and i say (2x)

Refrao1

Oh my eyes, go looking for flying saucers in the sky
Yes my eyes, go looking for flying saucers in the sky

LONDRES, LONDRES(RPM)

Composição: Caetano Veloso

Estou vagando, dando umas voltas, sem direção
Estou solitário em Londres, Londres é gostosa assim
Cruzo as ruas sem medos
Todo mundo deixa o caminho livre
Sei que não conheço ninguém aqui prá dizer alô
Sei que eles deixam o caminho livre

Estou solitário em Londres, sem medos
Estou vagando, dando umas voltas, sem direção

( Refrão )
Enquanto meus olhos
Saem procurando discos voadores pelos céus
Domingo, segunda, o outono, passam por mim

E as pessoas passam apressadas com tanta paz
Um grupo chega a um policial
Ele parece cheio de prazer em poder atendê-los
É bom pelo menos estar vivo e eu concordo ...
Ele parece cheio de prazer em poder atendê-los
E é tão bom viver em paz e ...
Domingo, segunda, os anos, e eu concordo ...

( REPETE O Refrão )

Enquanto meus olhos
Saem procurando discos voadores pelos céus

Não escolho nenhum rosto para olhar ... não escolho
caminho
Acontece apenas de eu estar aqui e estar tudo bem
Grama verde, olhos azuis, céu cinza

Deus abençoe a dor silenciosa e a felicidade
Eu vim para dizer sim e digo
Grama verde, olhos azuis, céu cinza
Deus abençoe a dor silenciosa e a felicidade
Eu vim para dizer sim e digo

( REPETE O Refrão )

Enquanto meus olhos
Saem procurando discos voadores pelos céus 

Escrito por paulo_ricardo às 12h10
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Biografia

Por Allan Jones

O RPM surgiu em 1976. Paulo Ricardo e Luiz Schiavon se conheceram e deram início a uma sólida amizade. Paulo fazia faculdade de Jornalismo e Luís Schiavon já era músico profissional. Como Paulo também gostava muito de música e sabia tocar instrumentos harmônicos, ele sugeriu uma parceria com Schiavon. Convidaram um Baterista desconhecido e formaram o trio Aura.

O Aura começou com um jazz-rock e Paulo começou a colocar suas idéias em prática. Ele fazia as letras e Schiavon, as melodias. O Aura não durou muito. A idéia do som da banda não era do tipo vendável e Schiavon e Paulo já começavam a encontrar diferenças relacionadas a suas influências. Schiavon gostava mais do lado Progressivo, bandas como Gênesis, Yes e E.L.P. Já Paulo Ricardo era fã de Rolling Stones.

Resolveram dar um tempo, e cada um foi para seu lado. Paulo foi para Londres, onde era correspondente da revista Somtrês. Schiavon começou a trabalhar como free-lancer. Os dois ainda se correspondiam e iniciavam o projeto de uma nova banda. Paulo Ricardo voltou e eles logo colocaram as idéias em prática. Aceitaram a sugestão de uma amiga e adotaram o nome RPM. Eles gravaram uma fita demo e mandaram para a CBS, que não aprovou. Eles não desanimaram e começaram a procurar razões para o trabalho não ter sido aprovado. Chegaram à conclusão que deveriam arrumar um guitarrista. O escolhido foi Fernando Deluqui. Junto de Fernando veio um baterista chamado Júnior.

A banda começou a fazer algumas apresentações em boates, mas Júnior acabou saindo. O substituto foi um velho conhecido de Schiavon, Paulo P.A. Pagni. Com a formação completa o RPM prepara uma segunda fita demo e manda para várias gravadoras. Aparecem interessados e a banda acaba assinando com a CBS.

Após o lançamento de um compacto que continha a clássica “Louras Geladas” e “Revoluções por Minuto”, eles começaram a fazer shows e em um deles, estava Ney Matogrosso, que viria a se tornar o produtor ao vivo. A banda entra em estúdio e grava o álbum “Revoluções por Minuto”.

O álbum vende 300 mil cópias em um ano, rendendo um disco de ouro e outro de platina. Músicas como “A Cruz e a Espada” e “Sob A luz do Sol” empolgavam os ouvintes e mostravam que a banda tinha um outro lado que não havia sido demonstrado no compacto.

Corria o ano de 85, e gravações da música “London London” (Caetano Veloso) interpretada pela banda, já rolavam nas rádios. A banda estava no auge e os shows eram lotados sempre, daí veio a idéia de gravar um segundo álbum ao vivo.

“Rádio Pirata” foi editado em 86 e trazia uma música nova, chamada “Alvorada Voraz”, além de um cover de “Flores Astrais” dos Secos e Molhados. Este álbum se tornou récorde de vendagem com quase três milhões de cópias. Neste período, a banda perde um pouco o controle, e os músicos começam e entrar na fase dos excessos, seja com bebidas, drogas ou mulheres.

Eles resolvem dar uma parada. Algum tempo depois a banda figurou em um disco com parceria de Milton Nascimento. As músicas eram muito boas, mas não era o que os fãs esperavam. Eles ainda fizeram algumas apresentações em vídeo para o Fantástico.

Após a banda investir em um selo próprio que não deu certo, os integrantes começam a se desentender seriamente e a banda rui de vez, chegando ao fim em 1987.

Paulo Ricardo e Luiz Schiavon se juntam e resolvem fazer um disco em dupla. A Gravadora convida os quatro para uma reunião e oferece um vantajoso contrato. A banda não hesita e volta aos estúdios.

O álbum sai sob o nome de “RPM”, mas popularmente é conhecido como “Quatro Coiotes” que é a música de abertura do disco. A banda aparece com um novo visual, no melhor estilo “metal americano”, os cabelos compridos, roupas de couro, fotos sombrias. Técnicamente, o disco é muito bom, destaque para “Ponto de Fuga”, “Partners” e “Quatro Coiotes”, a melhor do álbum.

Apesar de tudo, o disco não emplacou e a banda começou a pensar em seu sucessor. Só que eles não chegaram a um acordo sobre o material que seria produzido. Luiz Schiavon queria algo mais eletrônico e dançante, enquanto o resto da banda estava mais para as guitarras distorcidas e batidas pesadas. Como ninguém se entendia, a banda decretou seu fim e fez suas últimas apresentações no Dama Xoc em 1989.

Paulo Ricardo preparou um disco solo com ajuda de Fernando Deluqui. Luís Schiavon fez o Projeto S e Paulo P.A. criou o Neanderthal. Destes, o que melhor resultado teve foi Paulo Ricardo. Os outro caíram no ostracismo e consequentemente no esquecimento.

Paulo lançou seu primeiro álbum ainda em 89, com a ajuda de Fernando Deluqui. O disco era o inverso do que eles queriam para o RPM, apresentando um rock pop simplório, destaque para a faixa “A Um Passo da Eternidade”. O segundo disco chamou-se “Psico Trópico” e foi um fiasco. Paulo começou a fezer diversas particpações em discos de outros artistas, e fez uma boa versão da música “Gita”.

Em 93, ele e Fernando resolvem trazer à tona o nome RPM. Convidaram o tecladista Franco Júnior e o baterista Marquinho Costa e lançaram um álbum no melhor estilo Hard Rock. A banda emplacou a faixa “Gênese”, mas foi iniciado um boicote ao novo RPM, que ainda fez uma versão deste disco em castelhano para depois se separar.

Em 94, Paulo lançou um disco de covers chamado “Rock Popular Brasileiro” onde brilhou a versão de “A Cruz e a espada” com Renato Russo.

Apesar de tudo, parecia que o mercado não estava bom para o rock. Foi quando Paulo Ricardo resolveu passar uma borracha no passado e lançou “O Amor me Escolheu”. O álbum decepcionou os antigos fãs, pois foi um disco totalmente brega, com um romantismo que beirava a cafonice, mas Paulo Ricardo conseguiu emplacar vários hits. Nem de longe ele lembrava o sex symbol do rock brasileiro da década de 80. Seus shows agora estavam repletos de senhoras e famílias procurando entretenimento. Os mais radicais diziam que ele estava decadente e estava sofrendo de dor de cotovelo, pois havia terminado o seu casamento recentemente.

Em 99, ele surpreende mais uma vez. O vocalista do RPM que era fã de Rolling Stones se dizia agora um amante da MPB e fã de Roberto Carlos, tanto que gravou um disco só de covers do “Rei” chamado “Amor de Verdade”.

Nesta época, fernando Deluqui já estava longe, talvez por medo de se contagiar. O guitarrista fazia trabalhos de free-lancer e chegou a integrar o Engenheiros do Hawaí. Paulo P.A. e Schiavon continuavam no anonimato.

Em 2000 saiu o tiro de misericórdia. Paulo lançou mais um disco que batizou com seu próprio nome. O disco trazia composições de vários artistas, entre eles Michael Sullivan e Paulo Massadas. A mídia execrou o disco e os fãs antigos achavam que Paulo havia enlouquecido de vez, pois o conteúdo do disco, beirava o rídiculo.

A maioria já havia perdido a esperança, quando a MTV anunciou que produziria o show de retorno do RPM original. A banda gravou a música “Vida Real” que emplacou nas rádios. Ficava a dúvida se os bons tempos voltariam ou se Paulo Ricardo surtaria de novo.

Para o bem da humanidade, a fase brega depressiva do cantor terminou e ele assumiu o baixo novamente e comandou o RPM no show para a MTV, que virou disco. Graças a Deus não foi incluída nenhuma música da carreira solo do cantor, apenas os clássicos, além de músicas novas como “Vida Real”, “Carbono” e “Rainha”.

Um fato lamentável é não terem incluído nenhuma música do disco lançado em 93 e terem deixado de fora canções com “Quatro Coiotes” e “Flores Astrais”, mas nada é perfeito. No final de contas , valeu á pena esperar.

FONTE: http://whiplash.net/bandas/rpm.html

Escrito por paulo_ricardo às 12h08
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RPM
Informação geral
OrigemSão Paulo, São Paulo
PaísBrasil Brasil
GênerosRock And Roll
Hard Rock
Rock Progressivo
Pós-punk (Dark)
Período em atividade1985 - 1987
1988 - 1989
1993 - 1994
2001 - 2003
2008
GravadorasCBS
Sony Music
Polygram
Universal Music
Integrantes
Paulo Ricardo
Luiz Schiavon
Fernando Deluqui
Paulo P.A. Pagni
Ex-integrantes
Marquinho Costa
Franco Junior
Charles Gavin

 

FONTE: WIKIPEDIA

Escrito por paulo_ricardo às 12h05
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HISTÓRIA DA BANDA REVOLUÇÃO POR MINUTO (RPM)

Revoluções por Minuto (também conhecida somente por RPM) era um grupo de rock brasileiro surgido em 1985, tendo sido um dos mais populares do país nos anos de 1986 e 1987. Foi um dos grupos mais bem sucedidos da história da música brasileira. Na segunda metade dos anos 80, conseguiram bater todos os recordes de vendagens da industria fonográfica brasileira. A suposta visão crítica e bagagem cultural do letrista Paulo Ricardo foi um argumento de marketing na vendagem dos discos da banda. A banda vendeu mais de 3 milhões de discos em sua carreira.

A HISTÓRIA

Formação

Tudo começou em 1976, em São Paulo, quando Paulo Ricardo namorava Eloá, que morava em frente à casa onde Luiz Schiavon ensaiava com May East. O casal resolveu um dia visitar os vizinhos, que estavam num ensaio crucial que decidiam entre cantar em inglês ou português. Paulo Ricardo deu seu voto, opinando pelas letras em português e assim conheceu Luiz Schiavon. Neste dia conversaram muito sobre música. Paulo estava começando sua carreira como crítico musical e Schiavon era um pianista clássico. Schiavon buscava um novo caminho, mais popular, mas sentiu dificuldade em encontrar alguém. Foi assim que Paulo recebeu o convite para integrar o "Aura", uma banda de jazz-rock que ainda tinha Paulinho Valenza na bateria. Depois de três anos de ensaios e nenhum show, Luiz encantou-se pela música eletrônica e pela tecnologia de novos sintetizadores, enquanto Paulo decidiu morar na Europa – primeiro na França e depois em Londres, de onde escrevia sobre novidades musicais para a revista Somtrês e se correspondia com freqüência com Schiavon. Este choque de personalidades impulsionou a criação do RPM depois que o trabalho da dupla foi retomado, já em São Paulo.

Juntos, criaram as primeiras canções. As primeiras foram "Olhar 43", "A Cruz e A Espada" e a música que batizara a banda que ali nascia: "Revoluções por Minuto". Gravaram uma fita demo destas músicas com uma bateria eletrônica e encaminharam à gravadora CBS, que considerou-as ambíguas e difíceis de tocar nas rádios.

O nome 45 RPM (45 rotações por minuto) foi sugerido inicialmente em uma lista de nomes feita por uma amiga. Schiavon e Paulo gostaram do nome, mas tiraram o 45 e mudaram o Rotações por Revoluções. Convidaram o guitarrista Fernando Deluqui (ex-Gang 90 May East) e o baterista Charles Gavin (ex-Ira!) para completar o grupo. Já batizados de RPM, conseguiram um contrato com a gravadora CBS, com o compacto de 1984, que viria com as faixas "Louras Geladas" (a música virou um hit das danceterias e das paradas de sucesso das rádios) e "Revoluções por Minuto" (que foi censurada na época). "Louras Geladas" caiu no gosto do público de todo o país e levou a banda a gravar o seu álbum de estréia, já com o baterista Paulo P.A. Pagni (ex-Patife Band), que entrou para o RPM como convidado, no meio da gravação do LP, o que explica a sua ausência na capa do disco "Revoluções Por Minuto". Charles Gavin havia saído do grupo para se integrar aos Titãs.

1985: Revoluções por Minuto

No mês de maio chega às lojas Revoluções Por Minuto, no vácuo de um país ainda perplexo com a morte de Tancredo Neves. O misto de paixão platônica e pretensa declaração de amor de "Olhar 43" emplaca nas rádios e abre caminho para que outras faixas, mais politizadas e/ou conceituais, façam o mesmo. As faixas do disco tratam também de temas como política internacional e transformações sócio-econômicas. Um elemento estranho são os climas soturnos dos arranjos de Luiz Schiavon. O sucesso do álbum é tanto que o RPM emplaca rapidamente uma seqüência de hits no rádio (oito entre as onze faixas do álbum) e chega à marca de 100.000 LPs vendidos (disco de ouro). Revoluções por Minuto chegou a vender 300 mil cópias.

1986: Rádio Pirata Ao Vivo

Logo depois dos primeiros shows de divulgação, o RPM fecha contrato com o megaempresário Manoel Poladian, que procurava uma banda em ascensão no rock brasileiro para o seu elenco de artistas platinados de MPB. Os costumeiros palcos das danceterias são trocados por uma megaprodução, com direito a Ney Matogrosso assinando luz e direção, canhões de raio laser e multidões espremidas em ginásios e estádios. A esta altura, Paulo Ricardo já é sex symbol: estampa diversas capas de revistas e enloquece garotas histéricas.

Sem “futuros hits” na manga e para manter a banda em alta, Poladian, músicos e gravadora lançam em julho de 1986, um novo álbum, com parte do registro de dois shows da histórica turnê. O repertório de Rádio Pirata Ao Vivo traz quatro gravações inéditas (sendo duas covers) e cinco faixas de Revoluções Por Minuto. Com a ajuda dos preços congelados do Plano Cruzado, 500 mil cópias são vendidas antecipadamente. As vendas de Rádio Pirata Ao Vivo disparam e chegam a 2,2 milhões. O RPM transforma-se na banda de maior vendagem da indústria fonográfica nacional até então.

Porém, o vocalista Paulo Ricardo passou a ser conhecido apenas como "sex symbol" e procurado e visto por jornalistas e fãs como se fosse modelo e não músico.

1987: A primeira Separação

Mesmo com todo o sucesso no Brasil e em países como França e Portugal, a banda, que inclusive ganhou uma edição especial do Globo Repórter em 1986, passava por uma situação difícil.

Em junho, houve o lançamento oficial de um disco mix, intitulado RPM & Milton, com a participação do cantor Milton Nascimento.

O fracasso do projeto RPM Discos, um selo próprio do grupo, acabou causando conflitos entre seus integrantes. Chegou-se a produzir um LP com o grupo paulista Cabine C (liderado pelo ex-titã Ciro Pessoa), que prensado e distribuído pela RCA, foi um grande fracasso comercial. Ainda em 1987, Paulo Ricardo, Fernando, Schavion e P.A. anunciaram a separação oficial do grupo.

Escrito por paulo_ricardo às 11h59
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1988: Quatro Coiotes

O grupo retomou as atividades em 1988, com o álbum "RPM" (mais conhecido como Quatro Coiotes), com uma tiragem inicial de 250 mil cópias. Na gravadora, o RPM ainda tinha destaque, pois chegara a empatar com Roberto Carlos em termos de vendagem, ainda a maior fonte de receita da empresa. Houve uma grande divulgação na época: em algumas rádios o disco chegou a ser executado por inteiro em meio à programação.

Separados há mais de seis meses, a banda ressurgia aparentemente mais amadurecida, com um disco basicamente com base na percussão (do brasileiro Paulinho da Costa, radicado nos EUA). O som é estritamente alto, com o instrumental sobrepondo-se às letras (todas, exceto "Ponto de Fuga", de Paulo Ricardo). Destacam-se também o erotismo de A Dália Negra e também a critica social de O Teu Futuro Espelha Essa Grandeza, com participação de Bezerra da Silva. A tiragem inicial de 250 mil cópias foi bem vendida, mas a banda considerava o disco como um fracasso. A banda se separa novamente.  Não se sabe a ocasião, mas o grupo ainda viria a realizar a regravação de "A página do relâmpago elétrico" de Ronaldo Bastos, em 1989.

1993: Paulo Ricardo & RPM

Apesar de não contar com o tecladista Luiz Schiavon e com o baterista Paulo P.A. Pagni, este disco é considerado por muitos como o terceiro disco de estúdio da banda. Com Paulo Ricardo (voz e baixo), Fernando Deluqui (guitarras), Marquinho Costa (bateria) e Franco Júnior (teclados), este é o disco mais pesado da banda. Sem a influência de Schiavon a banda aposta em guitarras pesadas e solos bem construídos por Deluqui. O disco, mesmo apresentando excelente qualidade musical, não refletiu o sucesso nos palcos e nas vendas. Muitas bandas do rock brasileiro dos anos 80 caíram no ostracismo, principalmente com o fenômeno da música sertaneja e do axé music. Após a malfadada turnê do disco, Paulo e Fernando resolveram seguir caminhos diferentes. O guitarrista gravaria um disco solo e, em 1995, tocaria com os Engenheiros do Hawaii. Paulo Ricardo, por sua vez, trilharia os caminhos da MPB.

2002: MTV RPM 2002

Em 2001, os quatro músicos do RPM se encontraram novamente para ensaiar, sem maiores pretensões, os antigos sucessos. Percebendo o entrosamento perfeito e a vontade de todos de estarem juntos novamente nos palcos, deram início ao retorno do RPM, inclusive com o retorno do empresário Manoel Poladian, considerado o "quinto coiote".

Em 2001 é lançado o single "Vida Real", um cover da música "Leef" do Holandês Han van Eijk, o tema oficial da primeira edição do mundo do reality show Big Brother, que foi escolhido como tema de abertura da edição brasileira do mesmo.

A banda voltou à mídia com o CD e DVD MTV RPM 2002, gravado no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo, nos dias 26 e 27 de março de 2002. Além dos grandes sucessos, a banda apresenta canções inéditas, como Carbono 14, Rainha, Vem Pra Mim e Onde Está o Meu Amor (gravada em estúdio e incluída na trilha sonora da novela Esperança, da Rede Globo). Destacam-se também as participações do músico pernambucano Otto, no instrumental Naja (incluído apenas no DVD); de Roberto Frejat, do Barão Vermelho, na regravação de Exagerado, sucesso de Cazuza; e a participação virtual de Renato Russo na canção A Cruz e a Espada.

Em 2003, novamente com a MTV, participaram do projeto Luau MTV.

2003: Nova separação

O grupo, com o sucesso do projeto da MTV, começou então uma nova turnê por todo o Brasil, que não durou muito tempo. Especulações dizem que a banda se separou após os outros integrantes descobrirem que Paulo Ricardo havia registrado todos os direitos em seu nome, iniciando uma disputa judicial pela marca RPM. Outros dizem que houve divergências quanto à sonoridade da banda.

Anda nessa época seria lançado um novo CD do RPM, porém, com as divergências quanto a banda, o projeto foi abandonado.

Luiz Schiavon e Fernando Deluqui juntamente com André Lazzarotto lancaram o cd LS&D (Viagem na Realidade) (2000 mil cópias foram lançadas). A música "Madrigal", que foi tema de abertura da telenovela Cabocla, foi bem executada.

Paulo Ricardo e o baterista Paulo P.A. Pagni formaram a banda PR.5. Mesmo com o fracasso do cd Zum Zum, Paulo Ricardo lançou a música Eu Quero Te Levar.

Paulo Ricardo lançou em 2006 o CD e DVD Acoustic Live, com covers de clássicos internacionais, como "Beautiful Girl" (INXS) e "Love Me Tender" (Elvis Presley). Nesse mesmo ano, no segundo semestre Paulo Ricardo, P.A e Luiz Schiavon tocaram juntos no programa Domingão do Faustão, um encontro memorável que relembrou grandes sucessos da banda RPM.

2007: A volta

Em 2007, Paulo lança o CD Prisma, com uma pegada pop rock com as faixas "Diz" e "A Chegada", contando com os membros do PR.5 como músicos de apoio, inclusive o baterista Paulo P.A. Pagni e a participação de Luiz Schiavon na música "O dia D, A hora H".

Ainda em 2007, o grupo RPM tocou junto com todos os seus integrantes em São Paulo, com grande sucesso.

A banda anunciou o lançamento de uma caixa com os 3 primeiros álbuns da banda e mais um CD com remixes, covers e faixas não lançadas, junto com um DVD com o show do disco Rádio Pirata Ao Vivo, de 1986. Enquanto todos esperam o lançamento oficial, Paulo Ricardo, Luiz Schiavon, Fernando Deluqui e Paulo P.A. Pagni andam tocando juntos.

Luiz Schiavon atualmente, também dirige, junto com os músicos Caçulinha e Marco Pontes (Caixote), um grupo musical no programa Domingão do Faustão, da Rede Globo.

Livro: Revelações Por Minuto

Em dezembro de 2007, o livro "Revelações Por Minuto" foi lançado, contando os detalhes da trajetória da banda, desde seu início (1984) até o fim (1989). O livro foi promovido em uma grande coletiva de imprensa em São Paulo, contando com a presença do autor, Marcelo Leite de Moraes, e os quatro integrantes da banda.

Escrito por paulo_ricardo às 11h58
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Discografia

Coletânea

DVDs

Compactos/Singles

Participações especiais

Ligações externas

FONTE: WIKIPEDIA

Escrito por paulo_ricardo às 11h56
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Aos amigos…

Fala galera, desculpem o atraso…
mas recebi uma mensagem do grande Vinícius no dia do amigo e queria compartilhar com vocês…

beijos e abs.
PR

Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho
deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o
objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o
ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus
amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha
vida depende de suas existências …
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto
gosto deles.Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na
sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não
os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são
necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles
fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces
do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!

Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.

E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem
estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por
não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer …
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me
permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando
comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só
desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!

A gente não faz amigos, reconhece-os.   (Vinícius de Moraes)

Fala galera!!!

Nesta semana tivemos um Superpop maravilhoso, só não falamos do Tom Jazz que volta às segundas de Julho, com meus convidados Luiz Carlini, Claudio Zoli, Johnny Herbert, Tuco Marcondes, Guilherme Isnard e Freddy Hayat do Zero, além da abertura do Cabeça de Bagre e de Manuh, um grande cantor, filho de Joe Eutanazia! Sábado temos uma festa em SP, domingo Barreiras BA e segunda nos vemos na Angélica!

Espero que vocês tenham gostado da matéria sobre Michael Jackson na Folha.
Deus o tenha, uma grande artista, pena…

Logo, logo teremos um novo cd virtual com “Matar ou Morrer”, do filme Rota Comando, entre outras. E já está na MTV o clipe, é só ligar e pedir!

Beijos & abraços!

Matéria - Jornal Folha de São Paulo

Queria compartilhar com vocês uma matéria que escrevi e foi publicada hoje na Folha.

Abaixo, a integra.

Beijos
PR

Paulo Ricardo
Especial para a Folha

ABC, Easy as 1,2,3 a NBC confirma, a CNN não confirma, mas segundo a TMZ…nesse festival de siglas, intrigas e mistérios, a dura e nua verdade é que Michael Jackson já estava morto há muito tempo.

Da mesma forma metafórica que Elvis morreu quando entrou para o Exército, segundo os puristas do rock´n roll, aquele negro querubim que conquistou corações e mentes de todo o mundo, de certa forma foi se deteriorando como um antigo fax, à medida em que perdia a cor. Talvez Michael esteja agora em alguma cidade fantasma imaginaria conversando com Elvis e Hitler.

Contudo, esta informação ainda não está confirmada!

Meu primeiro contato com Mr.M foi por meio do desenho animado que ele e seus irmãos dos Jackson 5 estrelaram no começo dos anos 70. E eu me perguntava qual seria o efeito, na cabeça de uma criança, ao assistir se desenho favorito… o de si mesmo. Devastador, mostrariam os capítulos seguintes. Aquela miniatura de James Brown, com voz de Diana Ross, estava só no começo de sua escalada até se intitular King of Pop.

Mas não sei se vocês, leitores, sentiram a estupefação que senti ao vê-lo fantasiado de Billy Idol, com sua voz de contratenor gritando “I´m bad”, enquanto segurava suas partes num gesto quase obsceno.

O que seguiu foi um festival de delírios totalitários fascistas, trajes reais, salpicados de cristais Swarowski, e muita, muita bizarrice enquanto Michael tentava se metamorfosear em Elizabeth Taylor. Tudo isso servido com uma suave redução de pedofilia light.

Mas paralelamente, sua música deixava cada vez mais a desejar. Até porque qualquer novo trabalho de Jacko Wacko seria impiedosamente julgado pelo mais cruel dos parâmetros: a inigualável obra-prima “Thriller”.

Disco mais vendido da história da humanidade, este trabalho revolucionou o entretenimento de uma maneira sem igual, Fred Astaire, Beatles, Stones, MTV, Walt Disney, Quincy Jones, Eddie Van Halen, enfim, uma síntese sem precedentes para um sucesso mortal, e que praticamente custou a vida de seu artífice.

Os Fãs de hoje são os linchadores de amanhã, já dizia Millôr. Nunca me senti atraído por essas imolações em praça pública da recente cultura de celebridades. Sentia sim, muita falta daquele jovem negro lindo de Black-tie na capa da “Off the Wall”, daquele R & B melódico, dançante, daquela voz sem igual, Agora vamos nos sentar e nos preparar para o macabro espetáculo midiático que se seguirá à morte de Michael.

Só nos resta refletir que, talvez, um pouco como Jesus Cristo, um pouco como John Kennedy, como disse Mick Jagger, quem matou Michael Jackson, it was you and me.

Paulo Ricardo fala ao vivo sobre Michael Jackson no SUPERPOP

 

Novo clipe na área: Matar ou Morrer

Fala galera, hoje comemoramos o lançamento do clipe de “Matar ou Morrer” na MTV, minha primeira parceria com Andreas Kisser. A música é tema do filme
Rota Comando, do diretor Elias Jr., que tem estréia prevista para julho, aguardem!

Quinta tem show do meu amigo Barão Vermelho Rodrigo Santos, no Sesc Pompéia, para o lançamento de seu novo cd, e é claro que estaremos lá para uma canja,
e sexta, Warriors no Ton Ton em Moema, classic rock do melhor, e lá estaremos para prestigiar.

E em julho voltamos para as nossas habituais segundas no Tom Jazz, com nossos maravilhosos e ilustres convidados, oba! Depois do Inverno Sem Frio, do meu querido B.J. Thomas e muitas outras emoções, estamos de volta ao nosso blog! Obrigado pelo carinho de sempre.

Beijos
PR

 

Super show com B.J. Thomas!!!

Galera do blog, uma pequena mensagem para vocês…

Em breve, em nosso site, um pocket do super show que rolou com B.J. Thomas no HSBC Brasil, São Paulo!!! Enquanto não fica pronto, confiram aí os vídeos da galera que foi ao show…

 

Hello Crazy People!

 

Blend Café Journal

Paulor Ricardo apresenta Blend com entrevistas e um show de curiosidades. Novo formato de programa sob a direção de Paulo Trevisan, sempre inovando e trazendo ao público momentos inesqueciveis, com muita cultura, com novidades, celebridades e muita música.

 

Rota Comando !

Hello Crazy People !

Estive ausente, mas o motivo é muito trabalho !
E dos bons!

Estamos felizes com a produção do clipe do tema do filme Rota Comando!
Em breve, vocês poderão curtir !

Enquanto isso, pictures and pictures and pictures….

Beijos.
PR






 

Obama ! Obama ! Obama !

Obama! Obama! Obama!

A esperança venceu o medo!

Diante da tv, presenciando este momento histórico,me lembro de várias conversas onde a grande maioria discordava de minha opinião, quando dizia, há mais de um ano, que sim, Obama seria o próximo presidente dos Estados Unidos.

Confesso que dava pouca importância ao fato de que ele seria o primeiro negro (mulato, moreno, enfim),
mas acreditava na capacidade de reação do povo americano.

O homem certo na hora certa.

Chorei quando sua vitória foi anunciada.
20 de janeiro de 2009. E que Deus nos ajude a todos!

 

FONTE: BLOG OFICIAL PAULO RICARDO (UOL)

Escrito por paulo_ricardo às 11h34
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Paulo Ricardo

 23/9/1962   
 
 Biografia
Carioca, cresceu ouvindo bossa nova e Jovem Guarda. Desde a infância interessou-se por música, estudando um pouco de teclado na adolescência. Em 1977 muda-se para São Paulo e passa a atuar como baterista em uma banda, aprendendo em seguida a tocar violão. Logo depois forma a banda Prisma e, já nos anos 80, o grupo Aura, sempre voltado para o rock progressivo e new wave. Depois de cursar alguns períodos da faculdade de jornalismo, passa uma temporada em Londres em 1982 e 83, onde trabalha como correspondente de uma revista de música. De volta ao Brasil, forma o grupo RPM (Revoluções Por Minuto), que estréia em show em 1984. Depois de poucos shows com grande repercussão, gravam um disco ao vivo e se tornam um dos maiores fenômenos do rock brasileiro, vendendo 2,5 milhões de discos. Paulo Ricardo saiu do RPM em 1989, quando gravou seu primeiro disco solo. Nos anos 90 veio um disco com clássicos do rock dos anos 80 e ainda o CD "A Cruz e a Espada", que, lançado internacionalmente, faz grande sucesso no mercado latino-americano.

 

 Discografia
 Discos de carreira
  
 
 

  
 
 

 
 

  
 
 

  
 
 

 
 
 
PAULO RICARDO (1989)  • CD/Vinil
 
 

 Extras
 
 

 Participações
  
 
 

 
 

 
 
 
 
 

 
 
 

 Participações em discos

 Matérias, artigos, entrevistas
 

 

Escrito por paulo_ricardo às 11h21
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Nossa que lindoooo adorei!! Parabéns. Bjs - Nádia | faclube@pauloricardo.com |Data: 24/09/2009 21:11

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